Mulher recebeu mensagens pelo WhatsApp sobre uma suposta indenização judicial de R$ 7 mil e desconfiou da autenticidade dos documentos apresentados.
Uma moradora de Cafelândia, no Oeste do Paraná, relatou nesta quinta-feira, dia 29 de outubro de 2026, uma situação suspeita envolvendo uma pessoa que se apresentou como profissional da área jurídica e entrou em contato pelo WhatsApp para tratar de um suposto processo judicial.
Conforme as conversas encaminhadas à reportagem, a mulher recebeu mensagens informando que teria vencido uma ação judicial e que teria direito a receber uma indenização no valor de R$ 7 mil.
Durante a conversa, foi encaminhada uma imagem de um documento com aparência de documento judicial, mencionando um processo contra a Caixa Econômica Federal (CEF). A pessoa também afirmou que a ação estaria em andamento desde 2018 e que uma decisão favorável teria sido proferida.
Diante das informações recebidas, a moradora demonstrou preocupação e questionou a autenticidade da documentação, perguntando como poderia saber se não se tratava de um golpe. Ela também solicitou o endereço do escritório e o contato da advogada mencionada nas mensagens, com a intenção de buscar esclarecimentos pessoalmente.
🚨 ALERTA PARA A POPULAÇÃO
O caso serve de alerta para que a população redobre os cuidados diante de mensagens que anunciam indenizações, precatórios, valores de processos judiciais ou liberações de dinheiro.
Golpistas podem utilizar nomes de advogados, logotipos de instituições, números de processos e documentos falsificados para transmitir credibilidade e conquistar a confiança das vítimas.
A orientação é não realizar pagamentos antecipados, não fornecer senhas ou códigos de segurança e não compartilhar dados bancários sem confirmar a legitimidade do contato.
Para verificar a existência e a situação de um processo, o cidadão deve consultar os canais oficiais do tribunal responsável ou procurar diretamente um advogado de confiança, utilizando contatos obtidos de forma independente.
Caso haja solicitação de pagamento de taxas, impostos ou honorários para liberar supostos valores judiciais, é fundamental verificar a cobrança antes de efetuar qualquer transferência.
Até o momento, com base nas informações encaminhadas à reportagem, não é possível confirmar que houve fraude ou identificar os responsáveis. A situação deve ser verificada junto aos órgãos competentes.

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