O advogado Dr. Claudinei Xavier, de Nova Aurora, faz um alerta à população após golpistas estarem utilizando seu nome para tentar aplicar o chamado “golpe do falso advogado”.
A fraude tem se tornado cada vez mais comum e utiliza informações verdadeiras de processos judiciais para convencer as vítimas de que estão conversando com o próprio advogado ou com alguém ligado ao escritório.
⚠️ COMO FUNCIONA O GOLPE?
Normalmente, os criminosos conseguem informações públicas de processos, como nomes das partes, número do processo e andamento da ação. Depois, entram em contato com a vítima por WhatsApp, telefone, redes sociais ou outros meios, utilizando o nome, a foto e até informações do verdadeiro advogado.
Em seguida, afirmam que existe um valor para receber ou que o processo está prestes a ser liberado, mas que seria necessário realizar um pagamento antecipado, geralmente por PIX, transferência ou boleto, para supostas custas, taxas ou liberação de valores.
A Polícia Civil do Paraná alerta que pedidos urgentes de pagamento para “liberar” indenizações ou valores judiciais são um importante sinal de alerta.
🛑 COMO NÃO CAIR NO GOLPE?
A principal orientação é não realizar nenhum pagamento antes de confirmar diretamente com o advogado ou escritório responsável pelo processo.
Desconfie principalmente de:
🔴 Mensagens enviadas por números desconhecidos;
🔴 Pedidos urgentes de PIX ou transferência;
🔴 Promessas de liberação imediata de dinheiro;
🔴 Solicitação de senhas, dados bancários ou informações pessoais;
🔴 Links enviados por desconhecidos;
🔴 Mudança repentina do número de telefone utilizado pelo advogado.
Mesmo que a pessoa tenha nome, foto e informações reais do processo, isso não significa que o contato seja verdadeiro.
A OAB recomenda também utilizar canais oficiais para confirmar a identidade do profissional. A entidade disponibiliza a plataforma ConfirmADV para auxiliar nessa verificação.
📱 RECEBEU UMA MENSAGEM SUSPEITA?
Não faça nenhum pagamento. Entre em contato diretamente com o advogado por um canal que você já conheça e confirme a informação.
Caso tenha sido vítima, guarde prints das conversas, número utilizado, comprovantes de pagamento e demais informações e registre um Boletim de Ocorrência. A PCPR também orienta que a vítima comunique o banco imediatamente quando houver transferência recente, na tentativa de bloquear ou recuperar os valores.
O alerta do Dr. Claudinei Xavier reforça a importância de redobrar a atenção: na dúvida, pare, confirme a informação e somente depois tome qualquer atitude.
Departamento de Jornalismo: Repórter Vinícius Cardoso





