Um jovem de 18 anos foi preso preventivamente na quinta-feira (15), suspeito de dopar e abusar sexualmente de uma adolescente de 17 anos, em Irati, na região Centro-Sul do Paraná. Ele foi localizado em uma residência na Linha Urutu, na área rural de Saudade do Iguaçu, no Sudoeste do estado.
Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), o crime teria ocorrido entre a noite de 10 de setembro e a madrugada do dia 11, na casa da mãe da vítima.
As investigações apontam que o suspeito conhecia a adolescente havia bastante tempo e teria aproveitado um momento em que ela estava sozinha na residência.
Conforme a PCPR, o jovem teria oferecido maconha à vítima e a obrigado a consumir a substância. Após o consumo, a adolescente teria perdido a consciência e a capacidade de se movimentar.
Aproveitando-se da condição de vulnerabilidade da vítima, o investigado teria cometido a violência sexual. A adolescente recuperou a consciência na tarde do dia seguinte e contou o que havia acontecido à mãe, que procurou as autoridades policiais.
Diante da gravidade da denúncia e da saída do suspeito da cidade, a 41ª Delegacia Regional de Polícia de Irati solicitou a prisão preventiva do investigado. A medida foi autorizada pela Vara Criminal e da Infância e Juventude de Irati.
Suspeito foi localizado no Sudoeste do Paraná
Após a expedição do mandado, equipes da Polícia Civil iniciaram buscas para localizar o jovem. O trabalho conjunto entre a Delegacia de Irati e a Delegacia da Mulher de Pato Branco, com apoio da Polícia Militar, permitiu identificar o paradeiro do investigado.
Ele foi encontrado em uma residência na Linha Urutu, em Saudade do Iguaçu, onde foi cumprido o mandado de prisão preventiva. O suspeito foi encaminhado à Delegacia da Mulher de Pato Branco e, posteriormente, à Cadeia Pública do município, onde permanece à disposição da Justiça.
O jovem é investigado pelo crime de estupro de vulnerável, em razão da alegada incapacidade da vítima de oferecer resistência no momento dos fatos.
A Polícia Civil reforça que denúncias podem ser feitas anonimamente pelos telefones 197 e 181.

Fonte/ Catve









